sábado, 9 de maio de 2009

Anjos da Noite 3: A Rebelião

Filme: Anjos da Noite 3: A Rebelião

Neste feriado nublado e com jeito de chuva, lá fui eu enfrentar a multidão que parece brotar da terra nos shoppings desta cidade, nestes dias sem sol. Depois de pegar muita fila, consegui comprar o ingresso pro mais novo filme de vampiros e lobisomens, o terceiro da franquia, Anjos da Noite 3: A Rebelião (no original, Underworld: Rise of the Lycans).
Confesso que fui pro cinema esperando me decepcionar, mas foi exatamente o oposto. Anjos da Noite: A Rebelião é um prequel, ou seja, a história se passa antes dos outros dois filmes da série. Como a história já é conhecida, de um flashback mostrado no primeiro filme, estava com receio de que alterassem a história para montar o filme. Mas não foi isso o que aconteceu. Os produtores conseguiram contar a história de maneira fiel ao que já vimos, mostrando outros aspectos que não foram contados, mas sem mexer na essência.
A história, pra quem não viu o primeiro filme, é a seguinte: há muito tempo atrás, um humano (com nome de corvo, vai saber... Alexander Corvinus) se tornou imortal. Ele teve 3 filhos, dos quais um foi mordido por morcego (Marcus) e se tornou o primeiro vampiro, outro foi mordido por um lobo (William) e se tornou o primeiro lobisomen (ou lycan, como são chamados no filme), e o terceiro evitou os bichos e continuou humano.

Acontece que originalmente os lycans não retornavam à forma humana, até nascer Lucian, o primeiro de uma nova linhagem, que conseguia controlar a transformação. Desde então, os lobisomens eram usados como escravos pelos vampiros. Até que este primeiro lobisomen 'moderno' acaba se apaixonando pela filha de Viktor, o líder dos vampiros, a bela Sonja. E no meio deste romance, surge a rebelião dos lobisomens. Que futuramente levará à guerra entre vampiros e lycans, retratada nos dois primeiros filmes.

Pra quem, como eu, gostou dos dois primeiros filmes, Anjos da Noite: A Rebelião é divertido, cheio de referências, mas não acrescenta nada à mitologia deste submundo. Mesmo assim, é muito legal de ver, afinal, é uma volta a esse universo de vampiros e lobisomens, desta vez, sob a ótica dos últimos.

(A bela Rhona Mitra como Sonja. Mas eu ainda prefiro a Kate Beckinsale como Selene.)

Se você gostou dos dois primeiros Anjos da Noite, vale a pena. Se não assistiu, pode ir ver sem medo, você não vai sair da sala boiando... Nem mesmo em sangue.

Trailer:

Resident Evil 5


Resident Evil 5

A lenda do terror chega ao Xbox 360 com novidades de arrasar








QUEM É ESSE CARA? Chris Redfield está de volta!

VALENTÃO RÚSTICO
Pelo estado do barbear, o cara já passou muitos dias no deserto. Mas, ao menos, o cabelo ainda está arrumado, e a Capcom afirma que a criação do visual é de fio em fio. Como aconteceu com o filme Final Fantasy VII: Advent Children. Ou seja, parece computação gráfica, mas em tempo real.



MEMBRO DO BSAA
Pelo distintivo, o novo protagonista é integrante do BSAA, o problema é que não fazemos idéia do que as iniciais significam. O que nos leva a mais uma pergunta: onde foram parar os membros do time STARS? Qual a relação verdadeira desta com as outras histórias?



CHRIS REDFIELD
Todo mundo esperava um retorno de Chris, que apareceu no primeiro game da série. E, finalmente, ele dá o ar da graça. Claro que o visual está meio diferente da versão que conhecemos do PS2, mas também pode ser culpa da falta de resolução da geração passada.



DE QUALQUER FORMA...
O cara está enterrado em complicações. A polícia local ainda não chegou, os morto-vivos atacam sem só nem piedade e, para piorar a situação, o cenário não é nada atraente: ficar no meio do deserto não ajuda na hora de se esconder. Um esquema diferente do que se popularizou na saga.

Para saber mais, assista ao trailer no blog da redação.

Resident Evil - Degeneração


Resident Evil - Degeneração
Resident Evil: Degeneration (Japão - 2008)

Há algum tempo, mais precisamente em meados de 2007, li algumas notícias que davam conta de um filme de animação, produzida pela Sony e pela Capcom, baseado em um dos maiores sucessos dos video-games: Resident Evil. E o melhor é que, extamente por serem outros os responsáveis, fiquei muito interessado em ver o resultado desta empreitada, ainda que havia me decepcionado muito quando a Square se aventurou a realizar um longa nesta mesma lógica de Final Fantasy. No final de 2008, sai o filme, e já está nas locadoras brazucas, batizado de Resident Evil - Degeneração, estampando os rostos conhecidos de Leon Kennedy e Claire Redfield como protagonistas. Enfim, um filme que se mostrava fiel à mitologia criada pelos jogos da série, que se iniciou ainda no Playstation 1 no meio dos anos 1990.

Completamente diferente da questionável trilogia de Paul Anderson, que fracassou miseravelmente ao transpor os jogos para filmes live-action, Degeneração surpreende pela semelhança com os games que arrastam até hoje milhares de seguidores, tanto no visual, quanto na estrutura. Pode-se sentir, principalmente nos primeiros minutos, que se está dentro do jogo, ou que aquelas cenas são cinemáticos que logo acabarão e que o expectador vai precisar pegar o joystick e tomar o controle da situação! Ainda que seja um extase completo para fãs do gênero, a fita está muito aquém, no sentido técnico, das animações de Pixar e Dreamworks, por exemplo. A técnica de captura de movimentos não chega nem perto do que foi feito em Beowulf, e os movimentos, em alguns momentos, estão longe de serem naturais. Somando isso à pouca expressividade das personagens, que por vezes parecem bonecos da série Max Steel, a naturalidade e a imersão ficam bastante comprometidas.

Já a narrativa, para os fãs dos jogos, ou mesmo deste gênero cinematográfico, é bastante copnfortável. É simples, mas bastante redonda e fechada em si, o que torna o filme bastante consistente. Os personagens principais já são conhecidos, o que ajuda o desenvolver da trama, já que não é necessário apresentá-los. Mesmo que se conte com expectadores que não conhecem os jogos, ou mesmo que Claire e Leon amadureceram desde suas últimas aventuras nos consoles, de forma geral, os personagens nos parecem mais íntimos. Aqueles que se juntam a eles no caminho da ação assumem os estereótipos, ainda que com algumas surpresas, o que não chega a incomodar. As cenas de ação são bem trabalhadas, como é de praxe na franquia, fazendo com que os problemas sejam minimizados e a diversão esteja garantida.

Enfim, não chega a ser um filme indispensável para todos, já que aqueles que não conhecem o jogo vão sentir, de certa forma, que está faltando algo. Para aqueles que debulham os dedos e são aficionados em encontrar mais uma caixa de munição desde o incidente na Mansão de Racoon City até a eliminação da cidade, o filme é um lugar comum e confortável. Aliás, para muitos resgata os bons tempos onde os zumbis ainda eram as estrelas. Se não é um clássico da sétima arte, certamente honra a tradição da franquia. Muito mais do que aqueles sacrilégios estrelados por Mila Jovovich...

Resident Evil: A extinção

Continua muito bom como os outros dois filmes. Dessa vez os zumbis do filme estão mais espertos e Alice(Milla Jovovich) vai ter bem mais trabalho para acabar com eles.

O vírus experimental infectou a população, que se transformou em zumbi. Os poucos sobreviventes seguem em comboio rumo ao Alasca, onde acreditam que estarão a salvo. Dirigido por Russell Mulcahy (Highlander) e com Milla Jovovich no elenco.

Ficha Técnica
Título Original: Resident Evil: Extinction
Gênero: Terror
Tempo de Duração:
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra / França / Alemanha / Austrália): 2007
Site Oficial:http://www.residentevilaextincao.com.br/
Estúdio: Impact Pictures / Davis-Films / Constantin Film Produktion / Resident Evil Productions
Distribuição: Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
Direção: Russell Mulcahy
Roteiro: Paul W.S. Anderson
Produção: Paul W.S. Anderson, Jeremy Bolt e Robert Kulzer
Música: Tyler Bates e Charlie Clouser
Fotografia: David Johnson
Desenho de Produção: Eugenio Caballero
Direção de Arte: Marco Niro
Figurino: Joseph A. Porro
Edição: Niven Howie
Efeitos Especiais: Mr. X / Invisible Pictures / Patrick Tatopoulos Design / Gentle Giant Studios / Tatopoulos Studios

Residente evil: Apocalipse

O estilo em relação ao primeiro não mudou muito, continua muito bom. A entrada de Sienna Guilory no filme como Jill Valentine agradou muito os fãs, pois ela é uma excelente atriz e também ficou muito parecida com a personagem do jogo.


Após passar por modificações em sua estrutura genética, Alice precisa retornar a Racoon para evitar que o vírus mortal que cria mortos-vivos se espalhe pelo planeta. Com Milla Jovovich.

Título Original: Resident Evil: Apocalypse
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 94 minutos 
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Estúdio: Davis-Films / Impact Pictures / Constantin Film Produktion GmbH
Distribuição: ColumbiaTriStar Films / Sony Pictures Entertainment
Direção: Alexander Witt
Roteiro: Paul W.S. Anderson
Produção: Paul W.S. Anderson, Jeremy Bolt e Don Carmody
Música: Jeff Danna
Fotografia: Derek Rogers e Christian Sebalt
Desenho de Produção: Paul D. Austerberry
Direção de Arte: Nigel Churcher
Figurino: Mary E. McLeod e Adam Smith
Edição: Eddie Hamilton
Efeitos Especiais: C.O.R.E. Digital Pictures / Mr. X Inc. / Soho VFX / Fantasy II Film Effects / Animated Extras International Ltd.


resindent evil o hóspede maldito

Resident Evil - O Hóspede Maldito (2002)


Amo filmes de zumbi!!!Resident Evil - O Hóspede Maldito foi baseado no jogode playstation de mesmo nome. Nunca gstei de joguinhos, mas este lembro de ter jogado uma vez la em Rio Grande, com meu irmão, em mil novecentos e guaraná com rolha. O filme é legal. Um vírus é espalhado pela tubulação de ar-condicionado, fazendo com que o sistema de segurança feche todas as portas de um laboratório subterrâneo e mate todos seus funcionários. Uma equipe militar é designada para combater o computador central da "Colméia" e acabam lutando com os funcionários que viraram zumbis por causa do vírus. Milla Jovovich é Alice, agente principal da Umbrella Corp. e mocinha do filme, claro. Gostei. Não sei se foi fiel à história original do jogo, mas adoro filmes de zumbis e este então... love it! Com aquelas cenas trash clássicas de zumbis comendo os pedaços humanos e depois os mortos virando zumbis. hahahahaha. Realmente adoro. E a trilha sonora? Maravilhosa!!! Slipknot faz o carro-chefe com My Plague. Cena preferida: a luta de Alice com os cachorros Dobberman. Nota 10. Deixo voês com o clipe de Slipknot - My Plague.